Oi, nostalgia...
Você nunca vem, nunca aparece.
E agora, aqui, fazendo meus pelos eriçar com aquela música velha.
Justamente a música que diz "Welcome Home", o único lugar na face da terra que é meu no meu mundo de papel e luzes coloridas.
Sou muito welcome e eu sei. Para a minha nostalgia. A minha, a minha...a mim.
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quarta-feira, 18 de julho de 2012
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Claridade
É tanta luz, tanto brilho que meus olhos queimam.
Se fosse tão simples andar nesse caminho de raios iridescentes como é para mim tropeçar e cair em trevas,
Confesso que ficaria ao chão, apenas olhando para cima, contemplando o firmamento.
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Sol de todas as cores
Aaaah que clima felizinho e colorido!
Quantas frutas de cheiro doce, quanta árvore verdinha...
Aaaah se esse sol fosse meu todos os dias para sempre e sempre...
Mas que ele apenas brilhasse, iluminasse...colorisse!
Sem queimar ou arder, sem cansar, sem nostalgiar...só brilhar!
Hoje eu sou de todas as cores! Meu sol de todas as cores...
Quantas frutas de cheiro doce, quanta árvore verdinha...
Aaaah se esse sol fosse meu todos os dias para sempre e sempre...
Mas que ele apenas brilhasse, iluminasse...colorisse!
Sem queimar ou arder, sem cansar, sem nostalgiar...só brilhar!
Hoje eu sou de todas as cores! Meu sol de todas as cores...
terça-feira, 20 de março de 2012
Chuva e sol
O dia em que ela não conseguia discernir o que esperar.
Se chovesse leria seu autor favorito, vendo a chuva da varanda.
Se fizesse sol, ela usaria o vestido mais florido e cuidaria das abelhas.
Às sete horas, no entanto, quando abriu os olhos com a claridade, Anita viu chuva. E sol.
O mais brilhante dos sois. A mais brilhante das chuvas. Tinha um diamante e um arco-íris em cada gota. E parecia que caíam em "câmera lenta".
Ah, hoje, é um dia indiscernível! A confusão tomou conta do coração de Anita.
Ela amava a chuva e seu tilintar. Amava o sol e suas cores.
Mas agora, ela não tinha nenhum dos dois. Então voltou a dormir.
Se chovesse leria seu autor favorito, vendo a chuva da varanda.
Se fizesse sol, ela usaria o vestido mais florido e cuidaria das abelhas.
Às sete horas, no entanto, quando abriu os olhos com a claridade, Anita viu chuva. E sol.
O mais brilhante dos sois. A mais brilhante das chuvas. Tinha um diamante e um arco-íris em cada gota. E parecia que caíam em "câmera lenta".
Ah, hoje, é um dia indiscernível! A confusão tomou conta do coração de Anita.
Ela amava a chuva e seu tilintar. Amava o sol e suas cores.
Mas agora, ela não tinha nenhum dos dois. Então voltou a dormir.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Cor
...E eu odiei com toda a força do meu amor, a falta de paz
a ausência de luz
e a dor.
E sem pudor,
desejei a morte,
puni-me, chorei.
Mas odiei a dor
Ergui-me
Sorri à luz,
e sem pudor, entreguei-me à cor.


