sábado, 21 de dezembro de 2013

Final infeliz

Ele sabia que ela o fazia feliz, que cada segundo que passara ao lado dela, tinha valido a pena.
Ele gostava do cheiro dela, do cabelo bagunçado e do sorriso dela. Ele gostava de conversar com ela porque ela era sua melhor amiga. Sua ouvinte, menina birrenta, brava e chorona.
Certo dia, ele duvidou, não a reconheceu. Ele a odiou por uns dias.
Ela se deu conta de que não podia fazer nada porque era algo nele que tinha mudado.
Ela, com toda aquela vida, alegria e sorrisos por ser dele, murchou...
E ele mesmo tendo sido feliz, mesmo tendo feito ela feliz, fugiu.
O que se sabe deles é que morreram. Ela chora e ele dorme.